quarta-feira, 23 de dezembro de 2009

Essa é a sua nova chance


Havia um homem muito rico, possuía muitos bens, uma grande fazenda, muito gado e vários empregados a seu serviço.

Tinha ele um único filho, um único herdeiro, que, ao contrario do pai, não gostava de trabalho nem de compromissos. O que ele mais gostava era de festas, estar com seus amigos e de ser bajulado por eles.

Seu pai sempre o advertia que seus amigos só estavam ao seu lado enquanto ele tivesse o que lhes oferecer, depois o abandonariam. Os insistentes conselhos do pai lhe retiniam os ouvidos e logo se ausentava sem dar o mínimo de atenção.

Um dia o velho pai, já avançado na idade, disse aos seus empregados para construírem um pequeno celeiro e dentro do celeiro ele mesmo fez uma forca, e junto a ela, uma placa com os dizeres: "Para você nunca mais desprezar as palavras de seu pai".

Mais tarde chamou o filho, o levou até o celeiro e disse:

- Meu filho, eu já estou velho e quando eu partir, você tomará conta de tudo o que e meu, e sei qual será o seu futuro.

Você vai deixar a fazenda nas mãos dos empregados e irá gastar todo dinheiro com seus amigos, irá vender os animais e os bens para se sustentar, e quando não tiver mais dinheiro, seus amigos vão se afastar de você.

E quando você não tiver mais nada, vai se arrepender amargamente de não ter me dado ouvidos.

"É por isso que eu construí esta forca, sim, ela é para você, e quero que você me prometa que se acontecer o que eu disse, você se enforcará nela". O jovem riu, achou absurdo, mas, para não contrariar o pai, prometeu e pensou que jamais isso pudesse ocorrer.

O tempo passou, o pai morreu e seu filho tomou conta de tudo, mas assim como o velho homem havia previsto, o jovem gastou tudo, vendeu os bens, perdeu os amigos e a própria dignidade.

Desesperado e aflito, começou a refletir sobre a sua vida e viu que havia sido um tolo, lembrou-se do pai e começou a chorar e dizer:

- Ah, meu pai, se eu tivesse ouvido os teus conselhos, mas agora é tarde, é tarde demais.
Pesaroso, o jovem levantou os olhos e longe avistou o pequeno celeiro, era a única coisa que lhe restava.


A passos lentos se dirigiu até lá e, entrando, viu a forca e a placa empoeirada e disse:

- Eu nunca segui as palavras do meu pai, não pude alegrá-lo quando estava vivo, mas pelo menos esta vez vou fazer a vontade dele, vou cumprir minha promessa, não me resta mais nada.

Então subiu nos degraus e colocou a corda no pescoço, e disse:

- Ah , se eu tivesse uma nova chance...

Então pulou, sentiu por um instante a corda apertar sua garganta, mas o braço da forca era oco e quebrou-se facilmente, o rapaz caiu no chão, e sobre ele caiam jóias, esmeraldas, pérolas, diamantes; a forca estava cheia de pedras preciosas, e um bilhete que dizia:


* Essa é a sua nova chance, eu te Amo muito, seu pai.

Gratidão


O homem por detrás do balcão olhava a rua de forma distraída.

Uma garotinha se aproximou da loja e amassou o narizinho contra o vidro da vitrine. Os olhos da cor do céu, brilhavam quando viu um determinado objeto.

Entrou na loja e pediu para ver o colar de turquesa azul.
- É para minha irmã. Pode fazer um pacote bem bonito?, diz ela.

O dono da loja olhou desconfiado para a garotinha e lhe perguntou:
- Quanto de dinheiro você tem?

Sem hesitar, ela tirou do bolso da saia um lenço todo amarradinho e foi desfazendo os nós. Colocou-o sobre o balcão e feliz, disse: - Isso dá?

Eram apenas algumas moedas que ela exibia orgulhosa.
- Sabe, quero dar este presente para minha irma mais velha. Desde que morreu nossa mãe ela cuida da gente e não tem tempo para ela. É aniversário dela e tenho certeza que ficará feliz com o colar que é da cor de seus olhos.

O homem foi para o interior da loja, colocou o colar em um estojo, embrulhou com um vistoso papel vermelho e fez um laço caprichado com uma fita verde.
- Tome!, disse para a garota.- Leve com cuidado.

Ela saiu feliz saltitando pela rua abaixo.

Ainda não acabara o dia quando uma linda jovem de cabelos loiros e maravilhosos olhos azuis adentrou a loja. Colocou sobre o balcão o já conhecido embrulho desfeito e indagou:
- Este colar foi comprado aqui?
- Sim senhora.
- E quanto custou?
- Ah!, falou o dono da loja. -O preço de qualquer produto da minha loja é sempre um assunto confidencial entre o vendedor e o cliente.

A moça continuou:
- Mas minha irmã tinha somente algumas moedas! O colar é verdadeiro, não é? Ela não teria dinheiro para pagá-lo!

O homem tomou o estojo, refez o embrulho com extremo carinho, colocou a fita e o devolveu à jovem. E, fitando-a, disse:

- Ela pagou o preço mais alto que qualquer pessoa pode pagar. ELA DEU TUDO O QUE TINHA.

O silêncio encheu a pequena loja e duas lágrimas rolaram pela face emocionada da jovem enquanto suas mãos tomavam o pequeno embrulho.

"Verdadeira doação é dar-se por inteiro,
sem restrições. Gratidão de quem ama não coloca
limites para os gestos de ternura.
Seja sempre grato, mas não espere pelo reconhecimento
de ninguém. Gratidão com amor não apenas aquece
quem recebe, como reconforta quem oferece."

"...E eu não estou salvo!"


Certa vez, um pastor, pregando numa igreja, falou de tal forma, com tanta convicção, que fez com que muitas pessoas daquela igreja se entregassem a Jesus logo após o culto principal.

Chegando um jovem para conversar com o pastor, conta-lhe:
-Oi pastor! Excelente pregação! eu estava pensando em me batizar... mas não por agora... tenho muitas coisas para resolver antes de me batizar...

O pastor, que já conviveu com essa situação, respondeu:
-Não, meu filho... Se entregue a Jesus agora! Ele irá resolver seus problemas... vamos, não tenha medo....
mas o jovem retruncou:
-Não, pastor. Eu não posso ainda! Mas, quando puder, entrarei em contato com você!
O máximo que aquele pregador podia fazer era entregar o número de seu celular para aquele jovem.

E então ele partiu. E, ao contrário do que pensava aquele pastor, ele nunca ligou.
Passaram-se 5 anos desde que os dois tinha se visto, e eles se encontram no meio da rua.
O pastor, surpreso pela ocasionalidade, foi carismático, puxando assunto, mas o jovem demonstrava um semblante perturbado:
-Oi, amigo! Tudo bem? Como você está? Já aceitou Jesus em seu coração?
O universitário respondeu, olhando para o relógio:
-Pastor, eu adoraria ficar e conversar com você, mais agora eu estou muito atrasado. Tenho que chegar na faculdade a tempo. Mas, obrigado pela preocupação!
E ele se foi.

Passaram-se mais 5 anos desde que eles se viram. Porque o jovem não mais frequentou aquela igreja.
Mas, novamente, eles se encontram dentro de um ônibus.
Agora ele já era um adulto, tinha um belo corpo e parecia ser saudável.
O pastor estava surpreso por ter novamente visto o jovem, mas agora ele estava grande e maduro. Então fez a pergunta que tanto incomodava seu coração:
-Oi! Quanto tempo que não nos vemos... e então? aceitou, finalmente, Jesus no coração?
Ele não estava muito à vontade para conversar com o pastor:
-Pastor, porfavor, agora não! Tenho mais o que resolver!
E ele saiu.

Depois de vários anos mais, o Pastor ficou sabendo que aquele jovem adoeceu. E resolveu visitá-lo. Quando chegou, disse sem rodeios:
-Vamos filho! Agora é o momento! Entrega tua vida a Jesus agora! Ele ainda te aceita!
O sujeito respondeu, agora preocupado:
-Se Jesus me curar dessa doença, eu me entregarei a ele!
Aconteceu que Deus o ouviu, e o curou. Mas ele esqueceu da promessa que fez.

Mais 10 anos se passaram. O pastor recebeu a notícia que aquele irmão tinha adoecido novamente, só que desta vez era muito grave. E, desta vez, parecia que ele estava com pouco tempo de vida. O pastor resolveu visitá-lo como uma última tentativa de convencê-lo. Quando o viu, percebeu o quão grave era a sua situação. E resolveu dar um último apelo:
-Filho, não é tarde demais! Se entregue a Jesus agora! Ainda é tempo...
Enquanto ele falava, percebeu que o rapaz respondia, só que muito baixo. O pastor se aproximou de seu ouvido e ouviu. Ele estava falando o verso de Jeremias 8:20
- "Passou a cega, findou o verão, e eu não estou salvo."

O pastor vendo seu sofrimento, pela última vez, tentou:
-Filho, você pode se salvar! É só se entregar agora a Jesus! Ele irá te receber!
Mas tudo o que o pastor pôde ouvir foi ele repetindo Jeremias 8:20
- "Passou a cega, findou o verão, e eu não estou salvo."
O pastor percebeu que sua respiração parou.
Ele se foi.

Nunca é tarde demais para aceitar a Jesus! Nunca deixe para depois! Nunca deixe para mais tarde, aceite Jesus agora mesmo e deixe ele guiar a sua vida!

sábado, 19 de dezembro de 2009

A ponte

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O homem no buraco

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Erros da Bíblia: Leia até o final!!!



Muitos gostam de enfatizar discussões sobre hipotéticos erros da bíblia. Pois bem, a estas pessoas cujas vidas são uma constante indagação, fizemos o favor de relacionar quais os erros que elas tanto procuram. Vejam os erros que se encontram na Bíblia.

A Bíblia está CHEIA de erros
• o primeiro erro foi quando Eva duvidou da Palavra de Deus;
• o segundo erro aconteceu quando seu esposo fez o mesmo;
• e assim erros e mais erros ainda estão sendo cometidos…
• porque as pessoas insistem em duvidar da Palavra de Deus.

A Bíblia está CHEIA de contradições
• Ela contradiz o orgulho e o preconceito;
• Ela contradiz a lascívia e a desobediência;
• Ela contradiz o seu pecado e o meu.

A Bíblia está CHEIA de falhas
• porque Ela é o relato de pessoas que falharam muitas vezes;
• assim foi com a falha de Adão;
• com a falha de Caim;
• e a de Moisés;
• bem como a falha de Davi e a de muitos outros que também falharam.
• Mas Ela é também o relato do amor infalível de Deus.

Deus NÃO ESCREVEU a Bíblia
• para pessoas que querem jogar com as palavras;
• para aqueles que gostam de examinar o que é bom mas sem fazê-lo;
• para o homem que não acredita porque não quer.

O homem moderno DESCARTOU os ensinamentos da Bíblia
• pelas mesmas razões que outros homens tem descartado através da história
• por grande ignorância a sua verdadeira mensagem e conteúdo;
• intransigente apatia em recusar considerar suas declarações;
• bem conhecidos pseudo-cientistas posando de críticos honestos;
• convicção secreta de que este Livro está certo e de que os homens estão errados.

Somente uma pessoa PRECONCEITUOSA acreditaria que:
• os ensinamentos bíblicos são passados e irracionais, sendo princípios arcaicos e sem propósito;
• a Bíblia está cheia de discrepâncias e afirmações inaceitáveis;
• Ela só poderia ser trabalho irrelevante e não inspirado de homens santos.

A Bíblia é, afinal, somente mais um LIVRO RELIGIOSO
• para milhares que não se arriscam serem honestos consigo mesmos e com Deus;
• para os que tem medo de aceitar o desafio do próprio Deus a um exame honesto;
• para os que não querem examiná-la a fundo porque Ela diz verdadeiramente como os homens são.

E você não pode ENTENDER ou CONFIAR no que a Bíblia diz
• você deve entender e confiar, a menos que você esteja disposto a considerar as evidências e encarar face a face o AUTOR!!!

Inverno rigoroso



Certa vez os índios perguntaram ao novo cacique se o inverno seria rigoroso naquele ano. Ao contrário do seu falecido pai, que nunca tinha errado uma única previsão do tempo em toda a sua vida, ele não tinha a menor idéia de como fazer isso, mas, para não ficar sem dar uma resposta, afirmou que o inverno seria rigoroso.

Imediatamente, todos saíram em busca de lenha para armazenar. O rapaz, preocupado com a situação (afinal, a sua palavra estava em jogo), resolveu ligar para o serviço de meteorologia daquela região indagando como seria o inverno naquele ano: - Será rigoroso, responderam-lhe eles.

Com o endosso do serviço meteorológico, o novo cacique chamou os índios e reforçou sua previsão de um inverno rigoroso. Os índios, então, intensificaram a coleta de lenha e passaram a se dedicar quase que exclusivamente só a isso. Preocupado agora com o frenesi que se instalou na aldeia, o cacique consultou novamente o serviço de meteorologia: - O inverno vai ser muito rigoroso, confirmaram novamente eles.

- Vocês têm certeza disso? - perguntou-lhes o jovem, tentando reencontrar sua paz interior.
- Sim, temos absoluta certeza! - respondeu-lhe o pessoal da meteorologia.
- Mas, como vocês podem ter tanta certeza? Como vocês fazem para prever o clima assim, com tanta antecedência, sem medo de errar?

A explicação daqueles metereologistas quase matou o jovem cacique do coração:
- Escute, meu amigo, nossa estação metereológica fica próxima de uma aldeia indígena que há décadas nos ajuda a fazer a previsão do tempo. Quando os índios começam a juntar muita lenha, é porque o inverno vai ser muito rigoroso. Pode confiar!


Deixai-os; são guias cegos; ora, se um cego guiar outro cego, ambos cairão no barranco. Mateus 15.14

A piscína e a cruz



Conta-se que um excelente nadador tinha o costume de correr até a água e molhar somente o dedão do pé antes de qualquer mergulho.

Alguém intrigado com aquele comportamento, lhe perguntou qual a razão daquele hábito. O nadador sorriu e respondeu:

Há alguns anos, numa certa noite perdi o sono e fui à piscina para nadar um pouco. Não acendi a luz, pois a lua brilhava muito. Quando eu estava no trampolim, vi minha sombra numa parede à minha frente. Com os braços abertos, minha imagem formava uma magnífica cruz. Em vez de saltar, fiquei ali parado, contemplando aquela bela imagem.

Nesse momento pensei na cruz de Cristo e em seu significado. Eu não era um cristão, mas quando criança aprendi que Jesus tinha morrido para nos salvar. Sentei-me no trampolim, enquanto aqueles ensinamentos vinham-me à mente. Não sei quanto tempo fiquei ali parado, mas, ao final, eu estava em paz com Deus.

Desci do trampolim e resolvi apenas tomar um gostoso banho, quando, para meu assombro, descobri que haviam esvaziado a piscina naquela tarde.

Naquela noite a cruz de Cristo salvou-me duas vezes: da morte física e da morte espiritual. Por isso molho o dedão do pé, antes de saltar.

"Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus
é a vida eterna em Cristo Jesus nosso Senhor." Romanos 6.23

O Castelo de Areia



Sol a pino. Maresia. Ondas ritmadas. Na praia está um menino.
Ajoelhado, ele cava a areia com uma pá de plástico e a joga dentro de um balde vermelho. Em seguida, vira o balde sobre a superfície e o levanta. Encantado, o pequeno arquiteto vê surgir diante de si um castelo de areia. Ele continuará a trabalhar a tarde inteira. Cavando os fossos. Modelando as paredes. As rolhas de garrafa serão as sentinelas. Os palitos de sorvete serão as pontes. E um castelo de areia será construído.

Cidade grande. Ruas movimentadas. Ronco dos motores dos automóveis. Um homem está no escritório.

Em sua escrivaninha, ele organiza pilhas de papel e distribui tarefas. Coloca o fone no ombro e faz uma chamada. Como que num passe de mágica, contratos são assinados e, para grande felicidade do homem, foram fechados grandes negócios. Ele trabalhará a vida inteira. Formulando planos. Prevendo o futuro. As rendas anuais serão as sentinelas. Os ganhos de capital serão as pontes.Um império será construído.

Dois construtores de dois castelos. Ambos têm muita coisa em comum: fazem grandezas com pequeninos grãos...

Constroem algo do nada. São diligentes e determinados. E, para ambos a maré subirá, e tudo terminará. Contudo, é aqui que as semelhanças terminam. Porque o menino vê o fim, ao passo que o homem o ignora.

Observe o menino na hora do crepúsculo. Quando as ondas se aproximam, o menino sábio pula e bate palmas. Não há tristeza. Nem medo. Nem arrependimento. Ele sabia que isso aconteceria. Não se surpreende. E, quando a enorme onda bate em seu castelo e sua obra-prima é arrastada para o mar, ele sorri... Sorri, recolhe a pá, o balde, segura a mão do pai e vai para casa.

O adulto, contudo, não é tão sábio assim. Quando a onda dos anos desmorona seu castelo, ele se atemoriza... Cerca seu monumento de areia, a fim de protegê-lo.

Tenta impedir que as ondas alcancem as paredes. Encharcado de água salgada e tremendo de frio, ele resmunga para a próxima onda. “É o meu castelo” diz em tom de afronta. O mar não precisa responder. Ambos sabem a quem a areia pertence...

Talvez você não saiba muito sobre castelos de areia. Mas as crianças sabem. Observe-as e aprenda. Vá em frente e construa, mas construa com o coração de uma criança. Quando chegar a hora do pôr-do-sol e a maré levar tudo embora, aplauda.

Aplauda o processo da vida e segure bem a mão do PAI.

O Egoísmo escraviza



Diz a lenda que a certo homem foi dada permissão para visitar o céu e o inferno.

Primeiramente ele foi levado ao inferno.
Ao abrirem a porta, ele viu uma sala em cujo centro havia um caldeirão onde se cozinhava uma suculenta sopa. Em volta dela, estavam sentadas pessoas famintas e desesperadas; cada uma delas tinha presa à mão uma colher de cabo tão comprido que lhes permitia alcançar o caldeirão, mas não suas próprias bocas. O sofrimento era imenso.

Em seguida, o sujeito foi levado para o céu.
Ele entrou em uma sala idêntica à primeira; nela havia o mesmo tipo de caldeirão e as pessoas o mesmo tipo de colher presa às mãos, no entanto, todos estavam felizes e saciados.

- Eu não compreendo, disse o homem, como as pessoas aqui conseguem se alimentar, ao contrário das pessoas lá do inferno, que estão passando fome?

O anjo sorriu e respondeu:
- Você não percebeu? Aqui eles dão comida uns aos outros.

"Servindo uns aos outros conforme o dom que cada um recebeu,
como bons despenseiros da multiforme graça de Deus." I Pedro 4.10

O anel


Há muito tempo, numa cidade qualquer do interior, um jovem que vivia desanimado dirigiu-se ao seu professor:

- Venho aqui, professor, porque me sinto tão pouca coisa que não tenho forças para fazer nada. Me dizem que não sirvo para nada, que não faço nada bem, que sou lerdo e muito idiota. Como posso melhorar? O que posso fazer para que me valorizem mais?
O professor, sem olhá-lo, disse-lhe:
- Sinto muito, meu jovem, mas não posso ajudar. Devo primeiro resolver meu próprio problema. Talvez depois.
E fazendo uma pausa, falou:
- Se você me ajudasse, eu poderia resolver este problema com mais rapidez e depois talvez possa lhe ajudar.
- Claro, professor - gaguejou o jovem, logo se sentindo outra vez desvalorizado e hesitou em ajudar seu professor.
O professor tirou um anel que usava no dedo mínimo e deu ao garoto, dizendo:
- Pegue o cavalo e vá até o mercado. Devo vender esse anel porque tenho de pagar uma dívida. É preciso que você obtenha pelo anel o máximo possível, mas não aceite menos que uma moeda de ouro. Vai e volta com a moeda o mais rápido possível.
O jovem pegou o anel e partiu. Mal chegou ao mercado, começou a oferecer o anel aos mercadores. Eles olhavam com algum interesse, até quando o jovem dizia o quanto pretendia pelo anel.
Quando o jovem mencionava a moeda de ouro, alguns riam, outros saiam, sem ao menos olhar para ele. Só um velhinho foi amável, a ponto de explicar que uma moeda de ouro era muito valiosa para comprar um anel.
Tentando ajudar o jovem, chegaram a oferecer uma moeda de prata e uma xícara de cobre, mas o jovem seguia as instruções de não aceitar menos que uma moeda de ouro e recusava as ofertas.
Depois de oferecer a jóia a todos que passaram pelo mercado, abatido pelo fracasso, montou no cavalo e voltou. O jovem desejou ter uma moeda de ouro para que ele mesmo pudesse comprar o anel, assim livrando a preocupação de seu professor e, assim, receber ajuda e conselhos.
Já na escola, diante de seu mestre, disse:
- Professor, sinto muito, mas é impossível conseguir o que me pediu. Talvez pudesse conseguir duas ou três moedas de prata, mas não acho que se possa enganar ninguém sobre o valor do anel.
- Importante o que disse, meu jovem... - o professor disse, sorridente - Devemos saber primeiro o valor do anel. Pegue novamente o cavalo e vá até o joalheiro.
Quem poderia ser melhor para saber o valor exato do anel? Diga-lhe que quer vender o anel e pergunte quanto ele lhe dá. Mas não importa o quanto ele lhe ofereça, não o venda... Volte aqui com meu anel.
O jovem foi até o joalheiro e deu o anel para examinar. O joalheiro examinou o anel com uma lupa, pesou o anel e disse:
- Diga ao seu professor, se ele quer vender agora, não posso dar mais que 58 moedas de ouro pelo anel.
- 58 MOEDAS DE OURO??? - exclamou o jovem.
- Sim - replicou o joalheiro - eu sei que, com tempo, eu poderia oferecer cerca de 70 moedas, mas se a venda é urgente...
O jovem correu, sentindo-se feliz, em direção à escola para contar o que ouviu. Depois de ouvir tudo que o jovem lhe contou, o
professor disse:
- Você é como esse anel, uma jóia valiosa e única. E que só pode ser avaliada por um "expert". Pensava que qualquer um podia descobrir seu verdadeiro valor?
E, dizendo isso, voltou a colocar o anel no dedo.

Todos somos como esta jóia. Valiosos e únicos, andamos por todos os mercados da vida, pretendendo que pessoas inexperientes nos valorizem. Porém ninguém, além do Grande Joalheiro, nosso Deus e Pai, que deu Seu filho por amor de nós, sabe o nosso valor!

Uma história de amor


Em uma certa ilha, onde moravam os seguintes sentimentos: a Alegria, a Tristeza, a Vaidade, a Sabedoria, o Amor e os outros.

Um dia avisaram aos moradores dessa ilha, que ela seria inundada. Apavorado, o Amor cuidou para que todos os seus sentimentos se salvassem, e então falou:

“Fujam todos, a ilha vai ser inundada.”

Todos correram e pegaram seus barquinhos, para buscarem um lugar seguro. Só o Amor não se apressou, pois queria ficar um pouco mais na ilha. Então, quando já estava se afogando, correu para pedir ajuda. Estava passando a Riqueza e ele disse:

“Riqueza, leve-me com você.”

Então a riqueza respondeu:

“Não posso, meu barco está cheio de ouro e de prata, e você não vai caber.”

Passou então a Vaidade e ele pediu:

“Oh! Vaidade, leve-me com você…”

“Não posso, vai sujar meu barco.”

Logo atrás vinha a Tristeza.

“Tristeza, posso ir com você?”

“Ah! Amor, estou tão triste que prefiro ir sozinha.”

Passou a Alegria, porém estava tão alegre que nem viu o Amor ali se afogando, nem mesmo pode ouvir o seu chamado por socorro.

Já desesperado, o Amor, nessa altura estava achando que iria ficar para trás sozinho, então começou a orar. Então passou um barco, no qual estava sentado um velhinho. Ele diz:

“Sobe, Amor, que eu te levo.” O Amor ficou radiante, que até se esqueceu de perguntar o nome do velhinho. Chegando ao morro alto onde estavam os sentimentos, ele perguntou à Sabedoria:

“Sabedoria, quem era aquele velhinho que me trouxe aqui?”

A Sabedoria respondeu:

“O Tempo.”

“O Tempo? Mas por que só o tempo me trouxe até aqui?”

“Porque só o tempo é capaz de entender um grande Amor.”

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

O que causa Medo de Abrir certas portas

Em tempos de guerra, havia um rei que era temido por todos.
Quando fazia prisioneiros, levava-os para uma sala infestada de arqueiros e, mais adiante, tinha uma porta grossa de aço puro. Só o diâmetro da porta deveria ser uns 3 metros; E necessitava de, pelo menos, 4 homens para abrir a porta. Na frente dela, continham cenas horríveis de guerras sangrentas, o que causava mais medo.
e então, o rei lhes dizia:
- Vocês tem duas opções:
Vocês podem morrer aqui, flechados por meus arqueiros;
Ou então vocês entraram por aquela porta de aço e nunca mais voltaram.

Os prisioneiros estavam para escolher uma morte rápida ou, achavam eles, que sofreriam dentro de uma sala fechada reforçada por aço puro, o que seria mais doloroso.
Então todos sempre escolhiam os arqueiros.

Acabada a guerra, um soldado forte, e também curioso, foi perguntar ao rei:
-Senhor, o que é que tinha depois daquela porta?
o rei o fitou, e respondeu:
- você quer saber? Então venha comigo.
Eles foram até a sala. receberam a ajuda de mais 2 soldados e conseguiram abrir a porta.

Pouco a pouco, a luz foi entrando e ofuscando a vista de todos.
Aquela porta dava na saída da porta dos fundos do castelo.
O rei olhou para o soldado e falou:
-Eu sempre ofereci a todos eles a liberdade; Mas eles preferiram morrer por meus arqueiros do que se arriscar a abrir essa porta.
O soldado abaixou a cabeça e respondeu sinceramente:
-Senhor, acho que também eu preferiria ser flechado pelos seus arqueiros do que abrir essa porta.


Deus nos mostra a porta pela qual devemos entrar. Ela pode ser assustadora, mas não custa arriscar, Porque Cristo estará esperando do outro lado!

"Eis que estou à porta e bato; se alguém ouvir a minha voz, e abrir a porta, entrarei em sua casa, e com ele cearei, e ele comigo." Ap. 3:20


Tantas vezes deixamos de nos arriscar porque temos medo de uma porta de aço e preferimos ser flechados pelas tentações, pecados, e todas as coisas que o mundo nos oferece...
Não deixe de abrir a sua porta! Não escolha ser atingido por satanás! Jesus hoje te chama do outro lado...
o que vais responder?

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

Pedaços de uma Cruz não levam ao paraíso


Certo homem teve um sonho que o deixou bastante assustado. Ele sonhou que se encontrava em meio a uma grande multidão de pessoas, todas elas conduzindo sua cruz, caminhando em direção ao paraíso.

Depois de caminhar por muito tempo carregando sua cruz, ele a achou pesada demais, e teve a ideia de cortar um pedaço de sua cruz, tornando-a mais maneira e fácil de ser carregada.

Lá na frente, depois de quilômetros de caminhada, outra vez lhe veio o desejo de cortar mais um pedaço da cruz, para que esta lhe pesasse menos ainda. E assim foi o homem, em seu sonho, cortando pedaços da cruz que carregava, visando aliviar um pouco mais do peso daquele fardo.

Finalmente, todos os caminhantes chegaram à beira de um grande precipício. Do outro lado do precipício se encontrava o tão sonhado paraíso, para onde todos aqueles viajantes caminhavam carregando sua cruz. Ali, junto ao imenso precipício que separava o mundo de sofrimentos do paraíso celeste, todos precisavam usar sua cruz como ponte para fazer a travessia.
Tendo atravessado o precipício por meio da cruz, e já no paraíso, todos jogavam sua cruz dentro do precipício, pois naquele lugar de eterna felicidade ninguém mais precisaria carregar sua cruz. Todos ficavam livres da cruz pesada que carregaram do lado de lá. E a cruz que eles carregavam tinha a medida exata da largura do precipício. Se alguém cortasse um pedaço de sua cruz, para aliviar o peso, tornando a caminhada menos penosa, não conseguiria atravessar o precipício, pois esta cruz cortada não tinha mais a medida suficiente para a travessia.
E o homem que teve este sonho descobriu, tarde demais, que seu ato de cortar pedaços de sua cruz, para torná-la menos pesada, impediu que sua cruz servisse de ponte para o paraíso. Ele não pode passar para o lugar de eterna felicidade. E chorou amargamente por causa disso.

O homem acordou do sonho muito assustado, e fez um minucioso exame de consciência, para se certificar da realidade de sua vida neste mundo. Estaria ele evitando carregar sua cruz? Estaria ele cortando pedaços de sua cruz, pegando os atalhos da vida, tentando evitar levar adiante os fardos e dificuldades que a vida oferece a todos os humanos?

Talvez fosse muito bom que todos nós tivéssemos sonhos como este! A vida é para ser vivida de maneira responsável, cada um assumindo com coragem e determinação todas as responsabilidades que Deus põe diante de nós. Pessoas que costumam fugir das dificuldades, sempre procurando atalhos para contornarem essas dificuldades, certamente não desenvolverão na vida um caráter vencedor. Estarão sempre buscando as coisas fáceis, uma vida sem cruz, um existir sem que seja preciso carregar fardos e compromissos.

"Se alguém quer vir após mim, a si mesmo se negue, tome a sua cruz e siga-me. Porquanto, quem quiser salvar a sua vida perdê-la-á; e quem perder a vida por minha causa achá-la-á" (Mt 16.24-25).


 É possível que tais pessoas consigam viver uma vida mais leve, solta, sem compromissos e sem responsabilidades. Mas tais pessoas jamais edificarão para si um caráter nobre, uma vida digna, vitórias significativas sobre as dificuldades que a vida põe diante de cada um. Tais pessoas não servem de exemplo e modelo para pessoa alguma, pois estão sempre fugindo das responsabilidades e dos desafios que a vida oferece.

quinta-feira, 10 de dezembro de 2009

O Remédio errado


Um farmacêutico estava fechando sua loja; Apesar de ser 4 horas da tarde, ele, naquele dia, queria ficar um tempo a mais com a família. Mas, quando estava para trancar as portas, uma menininha apareceu. Com a inocência de uma criança, sem saber o tamanho do problema que trazia, pediu calmamente ao farmacêutico:
- Moço, minha mãe foi picada por uma cobra que apareceu em minha casa. O médico receitou esse remédio pra ela e falou que o seu caso era urgentíssimo... - Ela lhe entregou o papel - o senhor poderia me dar esse frasco de graça? É porque agora eu não trouxe dinheiro... Porfavor...
- Tudo bem! - Respondeu ele - Espere aqui!

Só tinha um problema...
Ele já tinha desligado tudo para ir para casa, então encontrar o remédio seria um pouco difícil... principalmente naquela situação.

Mas ele, procurando desesperado pelo remédio, encontrou-o finalmente; entregou-o a criança que saiu correndo para casa, deixando apenas seu agradecimento.

Depois de um tempo, antes de sair, ficou um pouco curioso para saber se tinha pego o remédio certo, e se assustou. O remédio que ele tinha entregado para aquela menina, tinha um nome muito parecido, mas o efeito era completamente diferente. Ou seja, aquilo iria matar a mãe dela!

Ficou desesperado. Pensou em correr atrás dela, mas ela já deveria estar longe dali. Provavelmente deveria estar com sua mãe em seus últimos momentos de vida. Então abaixou a cabeça, chorou amargamente. Estava sentindo culpa. Ele nunca mais iria esquecer aquilo.

Pensou, então, em falar com Deus. Com a cabeça abaixada, começou:
"Pai, eu errei o nome do remédio! Uma menina passou aqui pedindo um remédio para sua mãe que recebeu picada de cobra, e eu lhe entreguei outro remédio! Pai... se for possível, me dê mais uma chance de concertar tudo! Não quero conviver com a culpa e o remorso pro resto de minha vida... estou arrependido, porque errei..."

Ele ainda não tinha terminado, quando sente uma mãozinha pequena segurando a sua. Ele abre os olhos, levanta a cabeça e vê a tal menina. Ela estava de cabeça baixa e se sentia envergonhada. Mesmo assim pediu:
-Moço, no meio do caminho, um homem se esbarrou comigo, e eu cai e quebrei o remédio...
tem como você me dar outro?



Preciso explicar? Esse é o poder de Deus! Ele intercede pelos seus filhos. Ele não é aquele arrogante que não se preocupa com ninguém. A resposta dEle, sendo sim ou não, é para o seu bem, porque ele conhece o futuro; A sua presença nos dá vida! Ele mantém a vida e a ordem de tudo, inclusive da natureza. Deus está presente entre nós!"tudo o que pedirdes com fé na oração o recebereis". - Mateus, 21:22 .
Por isso nunca pense que suas orações não são atendidas. sempre confie e trabalhe, que o impossível ele fará! Feliz Sábado e fica com Deus ;)

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

A vida de trás para frente

A coisa mais injusta sobre a vida é a maneira como ela termina. Eu acho que o verdadeiro ciclo da vida está todo de trás pra frente. Nós deveríamos morrer primeiro, nos livrar logo disso.

Daí viver num asilo, até ser chutado pra fora de lá por estar muito novo.
Ganhar um relógio de ouro e ir trabalhar. Então você trabalha 40 anos até ficar novo o bastante pra poder aproveitar sua aposentadoria.
Aí você curte tudo, bebe bastante álcool, faz festas e se prepara para a faculdade.

Você vai para colégio, tem várias namoradas, vira criança, não tem nenhuma responsabilidade, se torna um bebezinho de colo, volta pro útero da mãe, passa seus últimos nove meses de vida flutuando.
E termina tudo com um ótimo orgasmo! Não seria perfeito?

Posso te servir?


Era tempo de escravos, e Jeremias era um deles. Mas o tratamento que Jeremias recebia era muito humilhante em comparação com os escravos, porque ele apanhava em todo momento, sem motivos plausíveis. Enquanto trabalhava na lavoura, seu senhor lhe batia e sorria de sentir tanto prazer.

Jeremias encontrou a sua mulher ideal. Depois disso, casaram-se. Mas como era propriedade daquele senhor, perdeu sua mulher. Seu dono a tornou empregada de sua casa. E para piorar a situação de Jeremias, sua mulher engravidou. Na verdade, isso seria uma bênção para ele, se não perdesse seu filho para seu senhor. A partír daí, as coisas só pioraram. Acabara de descobrir que o filho não era seu, mas de um caso que o senhor e sua mulher tiveram. Depois, ela foi vendida para uma terra longínqua.

Então seu dono resolveu vendê-lo também. Daí, ele foi levado para ser leiloado numa praça pública. Ele, que já não aguentava a dor que sentira quando estava à posse do primeiro senhor, gritou furioso:
-Vocês que querem comprar-me, logo vos direi: Não servirei a ninguém! Não me comprem, porque perderam suas moedas!

Começa o leilão.
Uma pessoa levantou a mão, opta 10 moedas de cobre. Todos à volta riem da gozação.
Um homem de barba branca aumentou a oferta: 10 moedas de bronze.
Jeremias continua gritando cheio de ódio:
- Não me comprem! Nunca mais servirei a homens brancos! E não importa quantas chibatadas eu tenha que receber.

Outra pessoa levanta a mão, oferecendo 100 moedas de bronze.
O homem de barba branca aumenta para 350 moedas de bronze.
Jeremias grita enlouquecido. Já sofrera demais com a perda de sua mulher e de seu filho e não queria passar por isso de novo.
Mas o leilão continuava. E as apostas iam aumentando, aumentando... até que todos desistiram de competir com o homem de barba branca. A oferta chegou a 120 moedas de ouro.

Então, quando o homem de barba branca foi receber seu escravo, este cuspiu em seu rosto e falou:
- Nunca te servirei! Todos os homens brancos são cruéis! Eu não quero mais servir a ninguém!!!
O homem ignorou a sua fala e limpou o cuspe.
Eles começaram a Andar.
Ele estava conduzindo Jeremias a um caminho estranho, afastado da praça, de todos.
Então, sem mais delongas, pegou as chaves e começou a abrir as correntes que prendiam Jeremias.
Jeremias, atordoado com a situação, questionou:
-Mas o que é que você esta fazendo? Se você fizer isso, eu irei fugir!
-Pode fugir! Aqui estão seus documentos, um pouco de dinheiro... você é um cidadão agora.
-Mas... você pagou 120 moedas de ouro por mim! Porque você esta fazendo isto?
-Porque eu te amo! Eu via você sofrer nas mãos daquele homem e quis te libertar.
Depois de mencionar isso, ele volta para o caminho da praça... Mas Jeremias corre atrás dele e fala de coração:
-Se você é um homem bom a ponto de pagar o preço da minha liberdade, então eu queria saber...
posso ir para sua casa te servir? Será um prazer trabalhar com o senhor!
O homem de barbas brancas abriu-lhe um sorriso, e acenou.


Deus vê o nosso sofrimento. Então, Ele se levanta de seu trono de glória, já não aguentando ver nossa dor.
Desce, morre por TODOS e paga nossa dívida com seu sangue. O sangue de Cristo te dá um valor a mais! Porque para Deus todos temos o mesmo preço, ou seja, somos preciosos aos olhos de Deus:

assim como o Filho do homem não veio para ser servido, mas para servir, e para dar a sua vida em resgate de muitos. 
Mateus 20:28

Nós amamos porque ele nos amou primeiro. Se alguém disser: Amo a Deus, e odiar a seu irmão, é mentiroso; pois aquele que não ama a seu irmão, a quem vê, não pode amar a Deus, a quem não vê. Ora, temos, da parte dele, este mandamento: que aquele que ama a Deus ame também a seu irmão" (1 Jo 4.19-21).


 Ele pagou uma divida eterna, sofreu mais do que qualquer homem nesta Terra, e não pecou. Foi fiel até o fim. Ao descobrir esse amor, o servir torna-se natural, isso é, servimos com prazer, porque sabemos quem está a frente de tudo.
Bom dia à todos .

segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

Pagando o Preço


Ao sair de uma boate, uma universitária, estando bêbada,  bate seu carro no outro que seguia na outra pista. Ela sobrevive ao acidente, mas o sujeito que dirigia o outro automóvel não teve a mesma sorte.

Ela foi submetida à julgamento. O juiz iria determinar seu caso, e em breve saberia qual era a sua pena. O juiz a viu entrando. Ele estava com o semblante compenetrado e fitava-a.

Quando entrou, sentou-se rapidamente. Estava vergonhada, inquieta, triste. Percebia que tudo cooperava para sua condenação. Seu advogado começara a pestanejar, indicando que havia acabado  todos os seus argumentos. Nessa situação, pensou: "Sou muito jovem, ainda curso a faculdade e tenho que pagar as parcelas para continuar estudando. E o pior:  Seja na cadeia ou recebendo uma multa, isso arruinará minha vida".

Enquanto está aérea, ouve-se a sentença do juiz: "Então, após apurar os fatos nesse julgamento, chega-se a conclusão que essa mulher deverá ser condenada por dirigir bêbada e por ter causado um homicídio indoloso. Ela será sujeita à multa de 5.248 reais ou 7 meses na cadeia."

Após a sentença, algo inesperado aconteceu. O juiz levantou-se, tirou seu manto jurídico, colocou o dinheiro em cima da mesa e foi até o réu e disse:
-Venha, minha filha! Sua dívida esta paga!
E, abraçando-a ternamente, cobriu-a com seus braços e levou-a para casa.


Nós pecamos, criamos uma dívida eterna com o nosso Criador. E ficamos sem esperança. Agora só nos restava a morte. Mas Jesus se levantou e se ofereceu, seu sangue derramou para pagar essa dívida e agora ele quer nos levar ao lar. Porque não aceitar esse presente?

“Porque Deus amou ao mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo o que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna”
João 3:16

Estamos em eterno débito com Ele e ele só nos pede para morar junto dEle. Porque não aceitar? Entregue-se a Cristo hoje e desde já desfrute dessa paz.

domingo, 6 de dezembro de 2009

Cuidado com as situações...


Em um reino distante, uma jovem já casada estava andando ao redor de um lago. E então ela se deparou com um sapo. Mas esse sapo, diferente dos outros, falava. E logo lhe propôs:
- Oi, minha jovem! eu vou lhe conceder 3 pedidos, pode escolher a vontade, pois aquilo que você pedir, se realizará! Ah!! Só mais uma coisinha... tudo o que você pedir, seu marido terá 7 vezes mais, ou seja, se você pedir um carro, seu marido terá sete!!!
A mulher, felicíssima por ter encontrado aquele sapo, logo pensou no seguinte: "como sou casada com ele, tudo o que é dele será meu também", então abriu um sorriso e fez logo seu primeiro pedido:
-Eu quero ser a mulher mais bonita do mundo!
-OK! Mas lembre-se que tudo o que você pedir, seu marido terá (ou será) 7 vezes.
-Não vejo problema nisso, ele é meu marido! Tudo o que é dele me pertence, inclusive sua beleza!
Então, conforme se esperava, seu pedido se realizou. Ela se tornou a mulher mais linda do mundo e, por conseguinte, seu marido se tornou o homem mais bonito do mundo 7 vezes mais.
Era elogio para cá, elogio para lá. Mas ela não se contentou só com sua beleza. No dia seguinte ela voltou ao lago e pediu ao sapo:
-Eu quero ser a mulher mais rica do mundo!
-OK! Assim se fará! Mas lembre-se: Seu marido será 7 vezes mais rico que você.
-Eu não tenho problema com isso, o dinheiro dele é também meu dinheiro!
No mesmo dia ela recebeu a notícia que queria. Se tornou a mulher mais rica do mundo, e sendo assim, seu marido ficou mais rico ainda.
Em um outro dia, sentiu-se só. Porque seu marido era contemplado por todos. Era riquíssimo e chamava muita atenção. E com isso ele não tinha tempo para ela.
Então ela tomou coragem e voltou ao lago, dessa vez com outra intenção em seu coração:
-Sapo, pode parecer estranho, mas eu queria um enfartezinho, só um susto! Pra chamar um pouco a atenção de meu marido...
O sapo se calou.


Essa é uma história auto explicativa.

sábado, 5 de dezembro de 2009

Só 5 minutos!!!


Uma pessoa, pegando no sono, adormeceu profundamente.

e se viu num lugar estranho:
Em seus pés havia nuvens brancas;
Atras, um grande portão de ouro com abertura finas entre uma barra e outra. E ao lado do portão, tinha um muro tão alto que não dava para ver a sua extensão;

Aos lados, os muros se perdiam de vista e haviam mais nuvens brancas;
A frente, tinha uma escadaria que dava a um estabelecimento, que parecia mais uma biblioteca.

Quando tentou explorar, foi barrado por uma armadura negra, na qual não se identificava o rosto. Então da armadura saiu uma voz forte:
- Não pode prosseguir, acesso restrito! Aqui contém os livros das histórias de vida de todas as pessoas no mundo.

Então, o que dormira, intrigado, insistiu tanto, tanto, que o guardião, nervoso, concedeu-lhe somente 5 minutos de permanência naquele local. Ele consetiu e entrou correndo.

Naquele momento ele poderia melhorar sua vida, quem sabe, botar outras palavras na sua boca, poderia fazer outras coisas em outros momentos. Poderia transformar sua vida em um paraíso!!

Enquanto procurava pelo seu livro, encontrou outro, que era de seu inimigo; melhor dizendo: Rival! Ele ficou nervoso ao perceber que lá tinha muitos momentos felizes... e começou a causar desgraça na vida dele!
Primeiramente botou palavras horríveis em sua boca, o que o levou a perder o emprego e muitos amigos. Depois colocou atitudes animais, e estragou completamente a vida do sujeito que, mesmo casado e rico, se suicidou pelo que este tinha botado no livro.

Ele deu risada! Estava feliz da vida! A quanto tempo esperava por essa vingança! Então, quando ia recomeçar a procura pelo livro...
-Tempo esgotado! Saía imediatamente! - Gritou o guarda da entrada da biblioteca.
O homem, assustado, colocou a sua capa e saiu.

Quantas vezes temos chance de mudar nossa vida, e acabamos querendo infernizar a do outro? Acabamos perdendo a oportunidade de dar uma nova cor a nossa vida. Isso é uma crítica direta à fofoca, que arruinou muitas pessoas em seus auges.

“Os insensatos zombam da idéia de reparar o pecado cometido, mas a boa vontade está entre os justos.” 
(NVI)
Provérbios 14:9

Tenham um bom dia.

O filho de um príncipe!


Em uma certa cidade na França, havia uma escola para primários. Nessa escola, todas as crinças eram normais (conversavam direto, jogavam bolinhas de papel, chutavam o lixo, xingavam a professora, etc), menos uma criança específica que sentava no canto da sala.
Essa criança de cabelos louros, nomeada Juan, era quieta. Ele não era isolado, algumas outras crianças tentavam aproximação, mas preferia ficar sozinho, pelo menos, na sala.

Então, depois de vários dias de lecionação, a professora, percebendo a isolação deste aluno, preocupou-se e tomou coragem para pedir-lhe que ficasse depois que o sinal tocasse. Ele ficou pensando que a professora ia dar um esparro nele, e ficou amedrontado. Mas esperou.

O sinal bate, as crianças saem, e somente ficam Juan e a professora na sala de aula:
-O que está acontecendo com você? - pergunta a professora
-Como assim? - ele começa a empalidecer
-Você não interage com nenhum aluno, anda se isolando... Está tudo bem?
Ele olha para ela por um momento, abaixa a cabeça em direção ao braço e começa a chorar
-Então, você poderia chamar seus pais, pelo menos, para agente conversar? - Pergunta a professora com pena, sem saber o que aconteceu
Ele responde soluçando:
- Professora, a senhora se recorda que estavamos, em pouco tempo, em uma guerra?
-Sim. Por quê?
-Porque os ingleses invadiram o palácio de meu pai, quando tinha 6 anos de idade, e o levaram cativo junto comigo. Meu pai pediu um tempo para falar comigo, e o comandate deu 5 minutos. Minha mãe me abraçou e chorou em meu ombro. Depois meu pai bateu continência, eu também o fiz, como aprendi com ele. Então ele falou perto de meu ouvido:
-"FILHO, NÃO IMPORTA AONDE VOCÊ FOR, NUNCA SE ESQUEÇA QUEM VOCÊ É! VOCÊ É FILHO DE UM PRÍNCIPE!!!"
assim que ele falou isso o comandante me empurrou para longe, e falou que o tempo havia se esgotado. Então, eles andaram um pouco, pararam, e, naquele momento, vi os dois serem mortos na minha frente.
Corri, fugindo deles. Não parava de chorar. E parei porque estava muito cansado e triste. Acabei adormecendo na porta de uma creche.


Pessoal, Não importa o que aconteça, nunca nos esqueçamos que somos filhos de Deus, e ele entregou sua vida para nos dar vida! Existe, realmente, alguem que sustenta e ensina-nos a servir e viver.
Pois todos vós sois filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus; porque todos quantos fostes batizados em Cristo de Cristo vos revestistes. Dessarte, não pode haver judeu nem grego; nem escravo nem liberto; nem homem nem mulher; porque todos vós sois um em Cristo Jesus. E, se sois de Cristo, também sois descendentes de Abraão e herdeiros segundo a promessa” (Gálatas 3:26-29).

“Vejam como é grande o amor do Pai por nós! O seu amor é tão grande, que somos chamados de filhos de Deus e somos, de fato, seus filhos”
I João 3:1 – LH

Tenham um bom dia.

A língua


Certo rei tinha em palácio uma dos melhores cozinheiros do mundo. Um dia, o rei pediu a seu cozinheiro que lhe preparasse a melhor comida que fosse possível preparar, pois ele daria um banquete a seus amigos, e queria impressioná-los com os manjares servidos à mesa.

Tendo recebido do seu rei tão importante incumbência, o cozinheiro real esmerou-se na preparação do banquete. Aplicou nessa tarefa seus mais destacados conhecimentos na arte de cozinhar. Findo o trabalho, e tendo chegado o momento do banquete, a mesa real foi posta e os convivas foram cha-mados a se aproximarem da mesa, a fim de se deliciarem com as finas e saborosas iguarias prepara-das pelo cozinheiro real e seus auxiliares. Começou o banquete, e logo se ouviram os “uhmmmmmmns” dos convidados, cada um deles elogiando o sabor da comida. Eles se pergunta-vam: “Como pode alguém preparar alimentos tão saborosos? Quem foi o autor de tal façanha?” Chamado seu cozinheiro junto à mesa do banquete, o rei lhe perguntou: “Meu cozinheiro, todos os comensais estão maravilhados com o sabor primoroso da alimentação que você preparou para todos nós. Diga-me, cozinheiro, o que você utilizou para preparar o prato principal, que todos elogiaram tanto?” Curvando-se diante de Sua Majestade, o cozinheiro humildemente lhe respondeu: “Eu usei LÍNGUA, Majestade!”. Findou o banquete, e cada um voltou à sua casa e aos seus afazeres.

Os dias se passaram, e o rei voltou a fazer um pedido a seu prestativo cozinheiro. Disse-lhe o rei: “Meu cozinheiro, darei uma banquete a uma delegação de pessoas vindas de um reino vizinho, os quais costumam me hostilizar. Não quero tornar a vida deles fácil. Quero que você prepare um ban-quete com os piores sabores que você pode conseguir, pois não desejo que tais pessoas voltem para falar comigo.”

O cozinheiro saiu da presença do rei, e ficou pensando o que usaria para preparar uma comida tão sem sabor, sem expressão e sem gosto, que fosse recusada e detestada por todos os comensais. De-pois de alguns dias pensando, ele decidiu o que fazer. Então chegou o dia em que aquelas pessoas não amadas pelo rei chegaram a palácio, para discutir com o rei assuntos políticos e militares não muito agradáveis. Eram visitantes agressivos e antipáticos. Chegada a hora do almoço, o rei os en-caminhou à sala do banquete. Depois que todos estavam sentados, o banquete foi servido. Logo que as primeiras porções de comida foram levadas à boca, ouviu-se da parte de todos um “ekaaaa!” co-letivo. Ninguém gostou da comida. Alguns tiveram náuseas ao comer um pouco, mas não saíram da sala em respeito à presença do rei. Este, para mostrar-se educado, comeu um pouco, mas também não conseguiu prosseguir comendo. O sabor da comida era horroroso e detestável. Uma comida in-tragável. Nem parecia que o mesmo cozinheiro, mestre em preparar os melhores banquetes do reino, fizera aquela droga de comida. Então o rei, na presença de todos, chama o cozinheiro-chefe para o interrogar. Pergunta-lhe o rei: “Cozinheiro, o que você usou nesta comida, que a deixou tão sem gosto e intragável?” O cozinheiro curvou-se diante de seu rei, e respondeu-lhe: “Eu usei LÍNGUA, Majestade!”

Aí está para todos nós uma grande lição de vida. Nós podemos usar nossa língua para falar as palavras mais bonitas, elogiosas e construtivas, levando pessoas a se sentirem bem, motivadas e desejando viver cada vez mais e melhor. Também podemos usar nossa língua para falar palavras duras, ferinas, agressivas e cortantes, agredindo pessoas, ferindo-as e machucando-as, tornando a vida delas um inferno. Com a língua podemos unir pessoas e podemos separar pessoas; com a língua podemos falar de amor, e podemos destilar ódio; com a língua podemos ser motivadores, e com a mesma língua podemos ser desmotivadores; com a língua podemos edificar pontes para o diálogo, juntando pessoas e comunidades; com a língua podemos edificar muros de ódio, separando pessoas e comunidades; com a língua podemos motivar a amar; com a língua podemos motivar o ódio e a violência; com a língua podemos adorar a Deus; com a língua podemos blasfemar de Deus. Tudo, de bom ou de mal, pode-se fazer com a língua.
"Uma lingua suave é a árvore da vida, mas a lingua perversa quebranta o espirito." (prov. 15:4)


Bom dia para todos .