sexta-feira, 20 de julho de 2012

O Pobre menino rico

“A vida de um homem não consiste na abundância dos bens que possui” (Lucas 12:15)
“Um dia um pai de família rica, levou seu filho para viajar para o interior com um firme propósito de mostrar o quanto as pessoas podem ser pobres. Eles passaram um dia e uma noite na fazenda de um família muito pobre. Quando retornaram da viagem o pai perguntou ao filho:
- Como foi a viagem?
- Muito boa papai!
- Você viu como as pessoas podem ser pobres? o pai perguntou.
- Sim.
- E o que você aprendeu? - o pai perguntou. O filho respondeu:
- Eu vi que nós temos um cachorro em casa, e eles tem quatro, temos uma piscina que alcança o meio do jardim , eles tem um riacho que não tem fim.
Nós temos uma varanda coberta e iluminada, eles tem as estrelas e a lua.
Nosso quintal vai até o portão de entrada, eles tem uma floresta inteira.
Quando o pequeno garoto estava acabando de responder, seu pai ficou estupefato. O filho acrescentou:
- Obrigado, pai, por me mostrar quão pobres nós somos.”
Uma história assim nos faz refletir sobre o verdadeiro valor das coisas. O que é ser próspero nesta vida: ter tudo ou não sentir falta de nada? Alcançar sucesso ou viver contente com o que se tem? Em Provérbios está escrito que é melhor morar no deserto, comer farinha seca e ter paz, do que numa casa cheia de carne e de confusão. Afinal, o valor das coisas depende de como olhamos para elas...
Pr. Gerson Moura Martins

O Pequeno do Xale Grande

O velho André era dono de uma pequena fortuna, que juntara durante uma vida de trabalho e economia. Vivia numa pequena chácara e, como era muito caridoso, repartia sempre o que possuía com os pobres.
Era seu costume dar roupas de seu uso aos pobres e nunca se esquecia de pôr um dinheirinho nos bolsos. Diziam que ele mesmo comprava roupas para dá-las aos maltrapilhos.
Certo dia, depois de uma chuva diluviana, o velho André examinava os danos causados pelo temporal, quando enxergou atrás da cerca de bambu um menino encharcado que dizia:
- Moço, moço! O senhor tem uma roupa velha para mim? Mamãe me mandou levar ovos à quitanda e a chuva me apanhou no caminho.
- Hum! Hum! fez o velho André. - Você é muito pequeno, mas, ainda assim, pode-se arranjar qualquer coisa. E levou-o para dentro de casa. Pouco tempo depois o garoto saía com umas calças enormes, enroladas nas pernas e com um xale capaz de cobrir o picadeiro de um circo! Ria feliz e despedia-se agradecido.
O velho André seguia-o com o olhar e murmurou baixinho: talvez...
A noite começava a envolver em trevas o caminho e a casinha modesta, quando alguém bateu à porta. O velho André parou de tomar sua sopa e foi atender. Era o garoto ainda envolvido pelo xale grande.
- Você por aqui?! interrogou o velho.
- É verdade, eu ainda - atalhou o menino, estendendo a mão com o dinheiro. Encontrei num dos bolsos e vim trazer. O velho André tomou o pequeno pela mão, olhou-o demoradamente e disse baixinho:
- Uma criança! Foi o único!
Era a primeira pessoa que vinha restituir o dinheiro, que sempre colocava no bolso das roupas que dava. Não demorou muito tempo e o velho André morreu. Abriram o seu testamento. Tinha legado todos os seus bens ao "pequeno do xale grande", o mais grato, o mais honesto, o mais digno!

pois zelamos o que é honesto, não só diante do Senhor, mas também diante dos homens. 
2 Coríntios 8:21

Autor desconhecido

Escolhendo o lado bom...

Jerry era um tipo de pessoa que você iria adorar. Ele sempre estava de alto astral e sempre tinha algo positivo para dizer.  Quando alguém perguntava a ele "Como vai você?", ele respondia:
- "Melhor que isso, só dois disso!"
Ele era o rico gerente de uma cadeia de restaurantes, porque todos os garçons seguiam seu exemplo.
Jerry era por causa de suas atitudes. Ele era naturalmente motivador. Se algum empregado estivesse tendo um mau dia, Jerry prontamente estava lá,  contando ao empregado como olhar pelo lado positivo da situação.   

Observando seu estilo, realmente me deixava curioso, então um dia eu perguntei para Jerry:
- "Eu não acredito!! Você não pode ser uma pessoa  positiva o tempo todo... Como Você consegue?".
E ele respondeu:
- "Toda manhã eu acordo e digo a mim mesmo: Jerry você tem duas alternativas hoje: escolher estar de alto astral ou escolher estar de baixo astral... Então eu escolho estar de alto astral. A todo momento acontece alguma coisa desagradável, eu posso escolher ser vítima da situação ou posso escolher aprender algo com isso. Eu escolho aprender algo com isso! Todo momento alguém vem reclamar da vida comigo, eu posso escolher aceitar a reclamação, ou posso escolher apontar o lado positivo da vida para a pessoa.  Eu escolho apontar o lado positivo da vida."
Então eu argumentei:
- "Ta certo!! Mas não é tão fácil assim!!"
Jerry disse:
- "A vida consiste em escolhas. Quando você tira todos os detalhes e enxuga a situação, o que sobra são escolhas, decisões a serem tomadas. Você escolhe como reagir às situações. Você escolhe como as pessoas irão afetar no seu astral. Você escolhe estar feliz ou triste, calmo ou  nervoso... Em suma: a escolha é sua como você vive sua vida!".   
Eu refleti no que Jerry disse. Algum tempo depois, eu deixei o restaurante para abrir meu próprio negocio. Nós perdemos contato, mas freqüentemente eu pensava nele quando eu tomava a decisão de viver ao invés de ficar reagindo às coisas.  

Alguns anos mais tarde, eu ouvi dizer que Jerry havia feito algo que nunca se deve fazer quando se trata de restaurantes: ele deixou a porta dos fundos aberta e, conseqüentemente, foi rendido por 3 assaltantes armados. Enquanto ele tentava abrir o cofre, sua mão, tremendo de nervoso, errou a  combinação do cofre. Os ladrões entraram em pânico, atiraram nele e fugiram. Por sorte, Jerry foi encontrado relativamente rápido e foi  levado às pressas ao pronto-socorro local. Depois de 18hs de cirurgia e algumas semanas de tratamento intensivo, Jerry foi liberado do hospital com alguns fragmentos de balas ainda em seu corpo.
Encontrei com Jerry 6 meses depois do acidente. Quando eu perguntei como ele estava, ele respondeu: - "Melhor que isso, só dois disso!! Quer ver minhas cicatrizes?"  Enquanto eu olhava as cicatrizes, eu perguntei o que passou pela mente dele quando os ladrões invadiram o restaurante.
- "A primeira coisa que veio a minha cabeça foi que eu deveria ter trancado a porta dos fundos... Então, depois quando eu estava baleado no chão, eu lembrei que eu tinha duas alternativas: eu podia escolher viver ou podia escolher morrer. Eu escolhi viver".
 Eu perguntei:
 - "Você não ficou com medo ? Você não perdeu os sentidos?"
Jerry continuou:
- "Os paramédicos eram ótimos. Eles ficaram o tempo todo me dizendo que tudo ia dar certo, que tudo ia ficar bem. Mas, quando eles me levaram de maca para a sala de emergência e eu vi as expressões no rosto dos médicos e enfermeiras , eu fiquei com medo. Nos seus olhos eu lia: 'Ele é um homem morto'. Eu sabia que tinha que fazer alguma coisa."
- "O que você fez?" eu perguntei.
- "Bem, havia uma enfermeira grande e forte me fazendo perguntas... Ela perguntou se eu era alérgico a alguma coisa...  'Sim', eu respondi. Os médicos e enfermeiras pararam imediatamente esperando por minha resposta... eu respirei fundo e respondi: 'Balas!'
Enquanto eles riam eu disse:
'Eu estou escolhendo viver. Me operem como se estivesse vivo, não morto". 


Jerry sobreviveu graças a experiência e habilidade dos médicos, mas também por causa de sua atitude espetacular. Eu aprendi com ele que todos os dias temos que escolher viver a vida em sua plenitude, viver por completo.   


Tenha cuidado com o que você pensa, pois a sua vida é dirigida pelos seus pensamentos.

Olhe firme para a frente, com toda a confiança; não abaixe a cabeça, envergonhado.
Pense bem no que você vai fazer, e todos os seus planos darão certo. Proverbios 4:23,25-26

Servi ao Senhor com alegria, e apresentai-vos a ele com cântico. 
Salmos 100:2